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A Quinta da Pedra Alta e Quinta da Cruz, já em 1940 eram quintas com grande produção de vinhos generosos do Douro, altura em que António Leal e Maria da Conceição Pinto, avós do actual proprietário Jorge Eduardo Branco Pinto Leal, comandavam os destinos destas Quintas, onde ainda existe uma casa a que chamavam de "MUDA" que era o local de troca de cavalos nas viagens de norte para sul e vice-versa, o que nos dá uma ideia da importância das Quintas no local.
Actualmente, plantadas com as castas tradicionais do Douro, as Quintas ocupam uma área de 90ha de terra e de vinha onde ainda hoje é notório o respeito e o cuidado com que nelas se trabalha.
Durante muitos anos a produção das Quintas esteve centrada nos vinhos generosos que vendiam a comerciantes, e nas pequenas quantidades de vinhos tintos e brancos para consumo exclusivo.
A partir do ano de 1995, foi desenvolvido um programa de modernização da vinha tendo em 2001 sido construída uma adega de raíz e iniciada a produção de vinhos DOC Douro, Portos, Espumantes e Azeites.
Com vários prémios e medalhas de ouro já conseguidos em diversos concursos, os vinhos apresentam uma qualidade extraordinária, só possível graças ao empenhamento e aposta em obter produtos de altíssimo nível qualitativo.
Aliando a tradição às novas técnicas, as Quintas dispõem, actualmente da mais moderna tecnologia e métodos de vinificação a partir de castas tradicionais do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca, Sousão e Vinhas Velhas nas tintas e Malvasia Fina, Gouveio, Rabigato, Viosinho e Fernão Pires nas brancas.
A partir de 2001 iniciou-se o engarrafamento e a comercialização dos vinhos, colocando directamente no mercado nacional e internacional toda a sua produção. |